Marcado: Internacional

Boas férias!

Os azuis são divertidos.
Devolveram os 4×1 do Gre-Nal da final do Gauchão e tentaram por A+B provar que “Gre-Nal de Brasileirão vale mais”.

Não amigos, não vale.

Pois vencer por 4×1 no Brasileirão lhes garantiu O MESMO que nós já tínhamos desde 13 de Abril, quando vencemos pelos MESMOS 4×1.

Uma VAGA NO GAUCHÃO.

E ainda ousaram elevar Alan Ruiz (o maior Argentino a vestir a camisa do Grêmio, depois do ídolo Maxi López) ao mesmo patamar de Andrés D’alessandro.

Só porque ele fez dois gols num Gre-Nal.
Como se fazer dois gols num único clássico fosse suficiente pra elevar alguém a algum lugar.
Se bem que, isso já havia sido feito com Junior Viçosa, portanto não é novidade…

Fazer HISTÓRIA num clube do tamanho de Inter e de Grêmio, camarada, é MUITO MAIS do que isso.

Tem que tomar MUITO Nescau ainda na vida.

Aliás, fica a dica:

+ Nescau
– Instagram

Boas férias.

@leleolele

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Isso não é pra mim

Sou totalmente contrário a teoria do “não me arrependo de nada que eu fiz”.
Eu me arrependo, sim, de diversas atitudes e decisões tomadas na minha vida.
E não tenho nenhum problema em admitir que errei.

Um dessas decisões equivocadas que eu tomei, foi a de entrar pra política do clube de futebol do meu coração, o Internacional.

Quando, em 2008, fui convidado a fazer parte de uma chapa que concorria ao conselho, pensei “pô, eu me tornando conselheiro, poderei colaborar muito com o clube”.
Mal sabia eu onde eu estava me metendo…

Depois de 6 anos quase completos de Conselho, tenho plena certeza de afirmar que isso não é pra mim.

Política (a partidária) é algo muito complicado de se lidar em épocas de liberdade de expressão e redes sociais.
Tá aí a mais recente eleição que não deixou dúvidas de que o RESPEITO pela opinião contrária, sumiu junto com a credibilidade dos institutos de pesquisa.
Vale o mesmo pro futebol.
A raiva contida nos “debates internéticos” transformando cada vez mais adversários em INIMIGOS, é assustadora.
Junte os dois assuntos no mesmo “pacote” e temos o “combo” do absurdo.
Onde pessoas que torcem para O MESMO time, entram em conflito como se fossem verdadeiros adversários.
Ou, se preferirem, INIMIGOS mesmo.

Disputas pelo poder, carregadas de vaidade, acordos que ninguém explica e uniões que só servem “de vez em quando”.
Sério, isso não é pra mim.

Talvez, nesses seis anos, o episódio que mais “marcou minha paleta” foi o da eleição para Presidente de 2012, onde haviam três candidatos no primeiro turno, realizado dentro do Conselho Deliberativo e eu optei por votar em Giovanni Luigi, que acabou se elegendo diretamente neste primeiro turno, conforme o estatuto vigente na época permitia que somente passasse ao segundo turno da eleição o candidato que fizesse um mínimo de 87 votos no conselho.
Com a eleição se resolvendo no primeiro turno e, consequentemente, não indo “para o pátio”, eu e os outros 165 que votaram em Luigi foram marcados na paleta como “os 166 que impediram os sócios de votarem”.
Detalhe: o Conselho é formado por 350 Conselheiros. Numa matemática sem uso de calculadora, conclui-se que 166 não são maioria num universo de 350.
Mas é claro que no mundo da política clubística esse “pequeno” detalhe matemático foi, digamos, meio “esquecido” por muita gente, que preferiu colocar a culpa nos 166.
É da cultura do brasileiro.
Pra que eu vou assumir minha parcela de culpa se tenho quem pegar pra Cristo?
Pois é.
Neste universo dos “outros” 184, alguns não foram votar e dos votos válidos, o candidato Sandro Farias do grupo “Convergência Colorada” fez 64 votos e o candidato Luis Antonio Lopes do grupo “Diretas Sempre”, fez 80.
Ainda tivemos três votos em branco e um nulo.
Não precisa ser muito bom na mesma matemática pra saber que se houvesse uma união entre estes dois movimentos, eles ultrapassariam os 87 votos necessários para a eleição ir pro sócio.
Porém, não o fizeram.
E aqui deixo bem claro: isso não é uma crítica.
Não quiseram se unir e tiveram seus motivos pra isso.
Como eu disse ali em cima, algumas uniões só servem “de vez em quando”.
Exatamente como está servindo agora, dois anos depois, onde os MESMOS dois grupos políticos se uniram.
Insisto: isso não é uma crítica.
São fatos que eu estou relatando para justificar uma decisão que eu tomei e que eu concordo, ou não, com eles.
Mas eles não deixam de serem FATOS.
E quando eu falo dessas “uniões que só servem de vez em quando” não pensem que to me isentando não, pois o grupo político que eu faço parte também já fez isso.
Faz parte do jogo político e, assim como a eleição em primeiro turno do Presidente Luigi, está dentro das regras.

Agora vejam que engraçado: durante estes dois últimos anos, meu “selo 166” apareceu em diversas oportunidades.
Eu que sou um Colorado ativo nas redes sociais, acabo oferecendo uma “facilidade” maior ao contato com os torcedores.
Porém, em TODAS AS VEZES que eu tive o dedo apontado pra mim e li/ouvi “tu é um dos 166”, isso só aconteceu nos momentos RUINS que o time viveu nestes dois anos.
Inter eliminado da competição X = Lelê safado, tu é um dos 166 responsáveis por isso.
Inter vence Gre-Nal na Arena = nada.
Inter escapa do rebaixamento no ano passado = Lelê, safado, tu é um dos 166 responsáveis por isso.
Inter toca 4 no Grêmio na final do Gauchão = nada.
Inter tem problemas de atraso na obra do Beira Rio = Lelê, safado, tu é um dos 166 responsáveis por isso.
Inter reinaugura o Beira Rio numa cerimônia que muda o parâmetro de espetáculo no país = nada.
Nada que me surpreenda, pois esse é o comportamento padrão do usuário de rede social: pra falar bem de alguma coisa tem um ou dois.
Pra falar mal, tem fila.

Aliás, sobre a reinauguração do estádio, fiz parte de uma comissão formada exclusivamente pra cuidar do evento.
Dediquei mais de 120 horas em reuniões que viabilizassem pro Clube um evento grandioso e que gerasse o menor custo possível aos cofres.
Na época da concorrência dos espetáculos propostos, eu era funcionário da RBS, pois fazia parte do programa Bola nas Costas da Rádio Atlântida FM e tinha carteira assinada e “crachá da RBS”.
Uma das empresas que participaram da concorrência (e que veio a vencê-la) era a Engage, que é o braço de eventos do mesmo Grupo RBS.
Pronto, foi o que bastou pra pipocarem acusações a minha pessoa de que eu não poderia fazer parte desta comissão, pois seria um “voto viciado” no processo, pois logicamente eu votaria “com o meu crachá”.
Sabem de nada, inocentes…
Defendi até a decisão final outro projeto, de outra empresa, que não o da RBS.
E fui vencido pela maioria.
Os demais integrantes da comissão sabem disso.
Falei isso pessoalmente ao Édson Erdmann, o diretor do espetáculo vencedor, “Os Protagonistas”, pois nos tornamos grandes amigos durante a produção da festa..
Eu nem precisaria ter dito isso a ele, poderia ter ficado na minha e engolido no seco as acusações de ter votado “com crachá”.
Mas não gosto de deixar dúvidas com relação ao meu nome, principalmente no que diz respeito ao meu envolvimento com o Internacional, meu time do coração.
Depois que foi dada a vitória ao projeto da Engage, eu vesti a camisa deles, pois a partir daquele momento, a camisa deles passou a ser A CAMISA DO INTER.
Colaborei intensamente no que foi possível em todo processo de produção da festa e o fiz com muita alegria, pois justamente por causa do Inter que acabei criando esta excelente relação com o Édson e pude dar minha contribuição a maior e mais bem produzida festa que um estádio brasileiro já viu em sua história, queira você, ou não,

Como eu nunca consegui ser um jogador do Inter, me satisfaço em vestir a camisa do Inter, SEMPRE que o Inter precisar de mim.
Foi o que eu fiz, por exemplo, no domingo 08 de junho, quando fui convidado a subir ao altar da missa feita em homenagem ao Fernandão (que havia nos deixado tão tragicamente no dia anterior) para ler um texto que talvez tenha sido a leitura mais difícil da minha vida, onde eu me despedia publicamente do meu maior ídolo.
O maior de todos que vi vestir essa mesma camisa do Inter e que levantou a taça mais importante que um jogador de futebol pode levantar.
Será que nesse dia, alguém se lembrou de mim como “um dos 166”?
Pois é…

Chegamos ao fim de 2014.
Temos uma eleição pela frente.
E, fora o que relatei aqui, tenho diversos outros motivos que eu poderia citar, mas o texto já tá longo o suficiente.

Minha decisão é bem simples e prática: não vou me envolver mais com isso.
Não tenho nenhuma relação pessoal com nenhum dos três candidatos.
Apenas sei que todos tem suas virtudes e seus defeitos.
Assim como conheço muita gente boa nas três chapas.
E as três chapas já me procuraram.

Mas eu não vou me manifestar.
Não vou fazer campanha pra ninguém.
A única coisa que eu quero, é que o que vencer, faça o melhor para o Inter.
E que poderá contar comigo a qualquer hora, para que eu possa vestir esta camisa quando achar que eu possa ser útil.

Minha função como Colorado e figura pública neste momento, é defender o Inter no Grenalizando, um projeto que começou na internet e agora tem seu espaço semanal aos sábados, no SBT.
Ali eu faço o que todos os Colorados devem fazer. defendo o Inter contra seu maior rival.
Assim como nas minhas redes sociais.
Assim como eu protagonizei aquele vídeo “Desabafo de um Colorado” logo após o bi da América em 2010, eu quero é tocar flauta e debater com meus adversários e não com as pessoas que eu encontro no Lucas Bar, ou nas cadeiras e corredores do Beira Rio.

Pra mim chega de política clubística.
Quero apenas concluir meu mandato de conselheiro, que vai até 2016 e depois poder voltar a ser o que eu sempre fui antes de 2008: um torcedor.
Deixo pra quem sabe lidar com essas nuances do assunto.
Mas isso não é pra mim.

Que vença o melhor.
E se precisarem de mim, DEPOIS DA ELEIÇÃO, sabem onde e como me encontrar.

Leandro Bortholacci
Conselheiro do Sport Club Internacional
@leleolele

Confissões de um irmão

Carta aberta de um gremista ao aniversariante Sport Club Internacional.

 

A gente vive se engalfinhando. Vive debochando, criticando, tentando descobrir pontos fracos um do outro para gritá-los aos quatro ventos. Agimos como se o ódio imperasse em nossa relação, mas confesso: no fundo é amor.

Finjo que te desdenho, mas confesso: vivo falando ou pensando em ti. Faço até campanha para que minha torcida cante menos músicas que te mencionem e foquem mais naquelas que falam só de nós mesmos. Mas, no fundo, quase sempre que meu time voa em campo penso matreiramente em ti. Um pensamento sarcástico que diz mais ou menos assim: “CHUPA!” Tu faz parte até dos meus sucessos.

Confesso que nos teus fracassos retumbantes eu perco a linha. Grito, danço sozinho em casa, xingo o vizinho pela janela. E vamos parar por aqui pra eu não ser preso. Tu me incomoda, meu irmão. Nossa competitividade pauta minha vida. Não suporto te ver gigante, imponente, vitorioso. Isso me machuca de uma forma que eu nem gostaria de confessar. Mas o dia é teu, aqui estou, o fazendo.

“Os opostos se atraem”. E é por isso que a gente se hostiliza tanto: somos iguaizinhos. Sei que tudo que estou confessando tem uma recíproca verdadeira. Tuas reações e pensamentos em relação a mim são os mesmos. Só muda o endereço. E as cores. E o número de torcedores e… Ops. Força do hábito.

E, olha que ironia: eu que sou o Imortal, confesso que quero te ver na mesma condição. Quero um Inter eterno. Que esse 105° aniversário seja apenas o começo. Apesar das nossas alfinetadas, tenho certeza que ninguém mais do que eu sofreria com a tua ausência. Não me invente de fechar as portas. Seja imortal. O Grêmio não seria o mesmo sem ti. Não teríamos tanto medo de perder sem tua corneta. Não teríamos tanta ânsia de vencer sem a meta de te igualar ou superar em algum quesito. Fique aí. Não me incomode muito, mas fique aí.

Desejo tudo de pior pra ti, meu irmão. Mas ainda assim, és meu irmão. Amo tua companhia. Amo aquele Inter que perde pro Mazembe. Amo nossas “Semanas Gre-Nal”. Amo o próprio Gre-Nal (só alguns, pra dizer a verdade). Amo muita coisa diretamente ligada a ti. Amo tua existência; choraria sem ela. O que sobra é a rivalidade: nada parecido com o ódio.

Por isso, hoje deixei esse papo de “coirmão” de lado. Nossa relação é de irmãos mesmo. Irmãos pequenos, pois seremos eternamente crianças. O futebol é muito alucinante e mágico para um adulto entender e gostar. Todos somos crianças nessa bagunça. Seremos para sempre aqueles irmãozinhos que no fundo querem o bem um do outro, mas que na prática lutam incansavelmente para superar aquele chato do quarto ao lado.

Parabéns, Inter. Siga tua senda de fracassos, meu irmão. Mas siga aí, firme, forte e – só entre nós – gigante.

 

Saudações azuis, pretas e brancas,

Lucas von.

Grêmio jovem e solteiro

Resultado do Gre-nal: gremistas chateados e preocupados com o time. Aquele princípio de empolgação que se desenhava recebe um balde de água fria. A desconfiança, até então esquecida, dá uma acenada matreira. E, ainda que confiantes no Tri América, os gremistas de hoje já não são os mesmos de ontem.

Essa mudança que identifico no semblante e nos desabafos dos gremistas com os quais conversei não são reflexo da derrota no Gre-nal. Não APENAS do placar, do resultado, do 2×1 em si. O furo foi mais embaixo. Vimos um Grêmio que foi levemente superior na primeira etapa, conseguiu até abrir o placar, mas que se deixou ser completamente dominado pelo rival em plena Arena no segundo tempo. Um Grêmio sem reação. Um Grêmio que assistiu ao jogo. Um Grêmio quase patético.

Quando o cara é jovem e solteiro, normalmente sai na noite com o objetivo claro de “pegar umas mina”. E lá vai ele. Se arruma, penteia o cabelo, passa perfume, tudo certo. Só que tem dias que a coisa não sai do jeito imaginado: chega lá e não pega ninguém. Acontece. É normal.

Porém, existem dois tipos de “não peguei ninguém”. Existe aquele “não peguei ninguém” que tu tentou. Conversou com a guriazinha aquela do colégio ou faculdade que sempre fica te olhando. Chegou junto naquela outra por quem tu sempre teve uma quedinha. Tentou aproximação com mais umas duas loucas aleatórias. Porém, nenhuma quis ficar contigo. É do jogo. Mas tu vai pra casa tranquilo. Claro, levemente cabisbaixo por não ter se dado bem, mas com a consciência leve de quem fez o que pôde. Em compensação, tem dias que tu fica travado. Fica com vergonha de puxar papo com aquela gatinha da tua rua. Perde umas três chances de ouro de puxar papo com outras meninas. Fica ponderando, hesitando, calculando e, quando vê… Acabou a noite. Nesse dia tu vai pra casa puto da cara. CONTIGO MESMO.

O Grêmio do Gre-nal 400 não chegou em ninguém. Foi covarde. Medroso. Jogadores não encararam o jogo como decisão. Passearam. Inter nitidamente marcando mais em cima, querendo mais o resultado. Nosso treinador foi o retrato dessa falta de culhão: jogo empatado, EM CASA, ele me tira o Dudu pra botar o Alan Ruiz. Com 3 volantes em campo ele tira o Dudu! Nosso técnico até então vinha acertando basicamente por fazer o simples. Via de regra fazia o óbvio e acertava. Ontem não sei o que aconteceu. Mexeu muito mal. Esqueceu que tava no Grêmio, teve uma Síndrome de Goiás. Que acadelamento é esse?

E esse é o motivo pelo qual os gremistas estão mais abatidos. Ninguém dá valor pra Gauchão. Nossa preocupação maior nem foi com essa taça, que já está praticamente perdida. Nos preocupamos com a postura do time. Com a covardia do nosso treinador. Parecia assustado com o Clássico. Tenho certeza que se o Enderson entra no vestiário aos berros, batendo com o pênis ereto nas paredes, dando soco nos armários e o time em campo responde com carrinhos alucinados, bola na trave, tentativas agudas de dribles – mesmo que sem sucesso – e, enfim, faz um jogo de encher os olhos, ninguém estaria tão chateado ou preocupado com a derrota (ainda que eu ache difícil perder nesse contexto).

A derrota no Clássico é normal, não tem favorito. Nossa postura é que não foi normal. Ou melhor, tá se tornando normal nos últimos anos. Achei que tava mudando em 2014. Agora já não sei mais.

Pra dentro deles, Grêmio! Porra! Não fica assistindo! A festa vai acabar e a gente vai se dar mal!

 

Saudações azuis, pretas e brancas,

@lucasvon.

O asfalto

Passei minha vida inteira frequentando o Beira Rio e sempre tivemos o que como piso do entorno do estádio?

Asfalto.

Fui em incontáveis grenais no Olímpico. E o que tinha em todo seu entorno?

Asfalto.

Já fui na Arena ver a Seleção e o GreNal do Brasileirão. Todo o estádio é circundado por…

Asfalto.

Fui na Bombonera duas vezes. Sabem o que eu vi no piso do entorno do estádio?

Asfalto.

Vi Rolling Stones, AC/DC e Foo Fighters no Monumental de Nuñez. Estádio de final de Copa do Mundo, templo dos maiores shows de rock. Adivinhem o que ele tem na sua volta?

Asfalto.

Morumbi, final de Libertadores, os dois gols do Sóbis; Mais um AC/DC, um Paul McCartney, mais uns San Pablo x Inter em outros anos… Estádio “espremido” por construções em sua volta. E o entorno todo com…

Asfalto.

Maracanã: Stones em 95, um Flu x Inter com vitória nossa em 2000 e alguma coisa. E de-lhe entorno de…

Asfalto.

Mazembaço? Sim, eu tava lá. Entrei rindo e saí chorando. E as lágrimas da saída, pingavam sobre o…

Asfalto.

Disputa de terceiro lugar do Mundial. Sim, enquanto muitos “Colorados” foram pro shopping, eu fui pro “Sheikh Zayed Stadium”. No meio de toda aquela riqueza e ostentação de Dubai e Abu Dhabi, vocês imaginam do que era feito o entorno?

Asfalto.

Recentemente tive o privilégio de assistir o Liverpool em Anfield, na rodada de abertura da Premier League 2013-2104. Um dos clubes mais tradicionais do mundo, um dos estádios mais tradicionais do mundo e que tem seu entorno todo feito de… adivinhem…

Asfalto.

Na mesma viagem, pude conhecer o Camp Nou, santuário do Barcelona. Fiz a visita por todo o estádio e tanto na chegada quanto na saída muito caminhei por aquele chão duro e quente de…

Asfalto.

Centenário de Montevidéu, Defensores del Chaco, Pacaembú, Arena Barueri, Anacleto Campanela, São Januário, e outros tantos que nem me lembro, só pisei em…

Asfalto.

Eis que agora, o mais novo “problema” na visão de alguns torcedores é que o piso do ENTORNO do novo Beira Rio seja de…

ASFALTO!!!!!!!

Olha, na boa, DEUS me livre desse negativismo e dessa vontade de reclamar de TUDO e de TODOS.

Que a LUZ esteja convosco!

Leandro (Lelê) Bortholacci – @leleolele

Clemer vs. Guardiola

Guardiola é ex-jogador do Barcelona. Clemer, do Internacional. Guardiola foi técnico na base do time catalão. Clemer, do gaúcho. Guardiola chegou a técnico da equipe principal do Barça. Clemer, do Internacional. Idênticos, não? Não! Diametralmente opostos.

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